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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Missa na Igreja Santo Expedito



Missa dia 23/01/2011- Igreja Santo Expedito

Presidente da Celebração Pe. João Moutinho, co-celebrada Pe. Luciano Calado
e Diácono Walter

7º dia de falecimento da Ministra Emilia
" Feliz aquele que durante sua vida escutou e cumpriu a Palavra de Deus !
Irá contemplá-lo face a face
               
Em homenagem  a caminhada de nossa irmã Emilia que
com sua vida soube ofertar a Deus o seu melhor se fazendo serva evangelizadora
em sua caminhada de longo  anos em nossa Igreja.
A cada testemunho de fé de nossa irmã Emilia,
envolvida pelo Manto de Maria nossa Mãe,
depositava uma rosa no Altar do Senhor.
O símbolos das pastorais em que nossa irmã se tornou preciosa ferramenta de Deus :
Na Pastoral da saúde e como Ministra, nos grupos de oração e grupo de rua,
fundadora do Terço Nacional e Movimento da Mãe Rainha
Emilia refletia para nós a vossa face, sustentada por vosso filho Jesus presente
no pão e no vinho que nos conduz, asim como nossa irmã, a contemplar a vossa face.
Equipe de Liturgia Santo Expedito





quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

PAPA CELEBRA FESTA DOS REIS MAGOS

PAPA CELEBRA FESTA DOS REIS MAGOS
CIDADE DO VATICANO, 6 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI, ao comandar hoje a tradicional Solenidade da Epifania do Senhor, na Basílica de São Pedro, defendeu os ensinamentos da Bíblia, além de contestar as teorias científicas que questionam Deus e a origem do Universo.
  
As Escrituras Sagradas, "este tesouro riquíssimo e vital para a fé da Igreja", não podem ser "consideradas um objeto para o estudo e à discussão dos especialistas", mas devem ser vistas como "o Livro que indica a via para alcançar a vida", afirmou o Pontífice, durante a celebração que marca, para os católicos, a visita dos três Reis Magos ao menino Jesus.
  
Neste sentido, Bento XVI pediu aos cristãos que estejam atentos aos sinais emitidos por Deus, assim como estiveram os reis Belchior, Gaspar e Baltazar que, para chegar a Belém, foram guiados por uma estrela.
  
"A Palavra de Deus é a verdadeira estrela, que, na incerteza dos discursos humanos, nos oferece o imenso esplendor da verdade divina", continuou.
  
"Talvez nós estejamos cegos frente aos seus sinais, surdos para as suas palavras", declarou o Papa, fazendo uma comparação com a figura do rei Herodes, que, segundo o Evangelho, governava a Judéia na época do nascimento de Cristo e ordenou a morte de todos os garotos, pois a profecia revelara que "um menino estava destinado a ser o rei dos judeus".
  
Herodes era "um homem de poder, que via apenas um rival para combater" e "também Deus pode nos parecer um rival, até um rival particularmente perigoso, que poderia privar os homens de seu espaço vital, de sua autonomia, de seu poder", advertiu.
  
"Quando vemos Deus deste modo terminamos nos sentindo insatisfeitos e descontentes, porque não nos deixamos guiar por ele, que está no fundamento de todas as coisas", complementou.
  
Joseph Ratzinger também não deixou de defender a posição da Igreja em relação à origem do Universo, que "não é o resultado do acaso, como alguns gostam de acreditar".
  
"Contemplando-o, somos convidados a ver sua profundidade: a sabedoria do Criador, a incansável fantasia de Deus, o seu infinito amor por nós", argumentou.
  
"Não devemos deixar nossas mentes serem limitadas pelas teorias que chegam sempre apenas até um certo ponto e que, embora não estejam em absoluta concorrência com a fé, não conseguem explicar o sentido da realidade", advertiu.
  
A celebração da Epifania ocorre dias após o Natal e é considerada a maior manifestação de Deus ao mundo, na figura dos reis que vão adorar o menino Jesus na gruta de Belém. Três dias após esta solenidade, a Igreja celebra a festa do Batismo do Senhor. Tradicionalmente nesta ocasião, o Papa realiza a missa com o rito do batismo das crianças na Capela Sistina. (ANSA)
06/01/2011 09:06

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domingo, 2 de janeiro de 2011

Papa pede ao mundo “autêntico espírito de paz”

http://www.zenit.org/article-26905?l=portuguese

Papa pede ao mundo “autêntico espírito de paz”

E aos cristãos, que não cedam ao desânimo nem à resignação

CIDADE DO VATICANO, sábado, 1º de janeiro de 2011 (ZENIT.org) - Em um mundo no qual os cristãos continuam sendo vítimas de ataques sanguinários, o Papa Bento XVI pediu um "autêntico espírito de paz" e a coragem de enfrentar as dificuldades.

Esta foi sua mensagem durante a homilia que presidiu na Basílica Vaticana hoje, solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, e Dia Mundial da Paz, recordando que esta última já se tornou uma "tradição consolidada" na Igreja.

"É bom iniciar um novo caminhar andando com decisão em direção à paz", afirmou o Papa, querendo recolher "o grito de tantos homens, mulheres, crianças e idosos, vítimas da guerra, que é o rosto mais horrível e violento da história".

"Diante dos trágicos acontecimentos que marcam a história, diante das lógicas de guerra que infelizmente ainda não foram superadas, somente Deus pode tocar o coração humano e assegurar esperança e paz à humanidade", constatou o Papa.

A paz, sublinhou, "tem suas raízes no mistério de Cristo", mas é também "um valor humano a ser realizado no campo social e político".

Neste contexto, a humanidade "não se pode mostrar resignada à força negativa do egoísmo e da violência, não se pode habituar a conflitos que provocam vítimas e põem em risco o futuro dos povos".

"Diante das ameaçadoras tensões do momento, diante especialmente das discriminações, arbitrariedades e intolerâncias religiosas, que hoje agridem particularmente os cristãos, mais uma vez renovo o convite para que não cedam ao desânimo e à resignação", declarou o Pontífice, exortando todos a rezarem para que "cheguem a bom fim os esforços realizados em toda parte para promover e construir a paz no mundo".

Para levar a cabo esta "difícil tarefa", acrescentou, "não bastam palavras", senão que é necessário "o empenho concreto e constante dos responsáveis das nações, mas é sobretudo necessário que cada pessoa esteja animada pelo autêntico espírito da paz".

O exemplo de Maria

Bento XVI prosseguiu sua homilia recordando que este Dia Mundial da Paz, comemorado cada ano desde 1968 em nome da Mãe de Deus, manifesta que esta paz, que é "dom messiânico por excelência", chegou por meio de Maria.

Maria, afirmou o Papa, "é verdadeira Mãe de Deus, precisamente em virtude da sua total relação a Cristo. Portanto, glorificando o Filho, honra-se a Mãe e, honrando a Mãe, glorifica-se o Filho".

O título de "Mãe de Deus" celebrado pela liturgia "põe em relevo, sublinha a missão única da Virgem Santa na história da salvação: missão que está na base do culto e da devoção que o povo cristão lhe reserva".

"De fato, Maria não recebeu o dom de Deus só para si, mas para levá-lo ao mundo: na sua virgindade fecunda, Deus deu aos homens os bens da salvação eterna"; e Ela "oferece continuamente sua mediação ao Povo de Deus que peregrina na história, rumo à eternidade, como antes a ofereceu aos pastores de Belém".

"Ela, que deu a vida terrena o Filho de Deus, continua dando aos homens a vida divina, que é Jesus Cristo e seu Santo Espírito. Por isso, é considerada a Mãe de todo homem que nasce para a Graça e, ao mesmo tempo, é invocada como Mãe da Igreja", concluiu o Papa.