sábado, 7 de maio de 2011

História da princesa Isabel e sua devoção a Nossa Senhora Aparecida


ACRESCENTO A ESTA HISTORIA ALGUNS COMENTARIOS QUE ACRESCENTAM MAIS VALOR A NOSSA HISTORIA
Luis Carlos deixou um novo comentário sobre a sua postagem "História da princesa Isabel e sua devoção a Nossa ...": 

O texto diz, que D. Pedro de Alcântara, nasceu asfixiado em conseqüência do fórcipe e sofreu lesões no braço esquerdo, que ficou paralisado, devido ao problema ele foi apelidado de Mão seca.
Ao contrário,o fórcipe tem como finalidade precípua proteger o feto da ASFIXIA(sufocação) PERINATAL.Isto porque o parto plolongado(13 horas),acarreta prolongamento do período de expulsão da cabeça do feto,e consequente risco de asfixia do feto(hipóxia fetal), e por isso, a necessidade de aplicação do fórcipe.
Melhor seria escrever: ...."ficou conhecido em função dessa deficiência física irreversível, pelos epítetos de mão seca, mão atrofiada e maneta".
A Princesa Isabel,não faleceu em 14 de outubro de 1921, e sim em 14 de novembro de 1921.
Faleceu no exílio, às 10 horas da manhã de uma segunda- feira, aos 75 anos de idade, no Castelo d'EU, na Província da Normandia, França, em consequência de Insuficiência Cardíaca agravada por Congestão Pulmonar.
Fonte: Livro: "Os partos da Princesa Isabel, a Redentora".

A história da princesa Isabel com Nossa Senhora Aparecida é muito bonita e conhecida por poucos
A princesa Isabel era devota fervorosa de Nossa Senhora Aparecida e tinha o sonho de ser mãe de um menino que herdasse o trono da realeza.
Com o objetivo de ser mãe a qualquer custo, a princesa Isabel sofreu vários abortos e a primeira gravidez que conseguiu levar até os nove meses foi frustrante porque resultou no nascimento de uma menina morta, após um trabalho de parto difícil  e muito doloroso de 50 horas, quatro obstetras não conseguiram extrair o feto, foi necessária uma craniotomia, um procedimento rotineiro na época, que consistia na perfuração d cabeça da criança com o objetivo de reduzir o volume cerebral para a passagem do bebê. Como podemos ver foi um momento muito triste, Mas muito persistente a devora de Nossa Senhora Aparecida a princês Isabel, pedia com muita fé o favor da Santa de lhe conceder um filho e se dedicava ao mês de Maria limpando e adornando, com flores frescas, diariamente, a Igreja de Petrópolis ( RJ) onde morava. Um ano após perder a filha a princesa, deu luz ao herdeiro do trono. No dia 15 de outubro de 1875, após 13 horas de trabalho de parto nasceu D. Pedro de Alcântara, o menino nasceu asfixiado em conseqüência do fórcipe e sofreu lesões no braço esquerdo, que ficou paralisado, devido ao problema ele foi apelidado de Mão seca.
Foi com muita fé que a princesa Isabel conseguiu realizar o sonho de ter um filho, após 11 anos de casada. Nos anos seguintes a realeza brasileira ganhou outros dois herdeiros, dom Luiz Maria e dom Antonio.
Por duas vezes, durante o Império, a princesa se fez romeira da santa e lhe ofereceu, régio presentes.
Em dezembro  de 1868, ofereceu-lhe um manto, com 21 estados brasileiros; em 6 de novembro de 1884, ofereceu-lhe uma coroa de ouro  , cravejada de brilhantes , a mesma com que a Imagem foi coroada Rainha do Brasil de 1904 e que está na Nossa Senhora lá na Aparecida até hoje.
Isabel, filha do último Imperador do Brasil, Dom Pedro II, nasceu em julho de 1846. Casou-se com 18 anos, com Dom Luiz Felipe d’ Orleans, o Conde d’eu e governou o Brasil por três vezes. Na terceira vez, assinou a Lei Áurea, e aboliu a escravidão.
Por esse motivo nobre o Papa Leão XIII lhe concedeu a Rosa de Ouro, em 28 de setembro de 1888. A princesa foi a única brasileira a receber a rosa de ouro. Os outros dois exemplares foram dedicados ao Santuario  Nacional de Aparecida pelos Papas Paulo VI em 1965 e Bento XVI em 2007.
A história de Aparecida tem outro fato curioso sobre a passagem da princesa Isabel.
No ano de 1857, o escravo Zacarias fugiu de Curitiba e veio para Bananal, cidade de São Paulo, sendo preso e algemado. Ao Passar pela Capela de Aparecida, pediu ao feitor a licença de ver Nossa Senhora Aparecida e ele permitiu. Ao fazer o seu pedido  de clemência por liberdade, o escravo se ajoelhou e ergueu os braços algemados e fez a prece. A corrente caiu, tinindo nos chão. Foi um dos primeiros milagres conhecidos de Nossa Senhora Aparecida a correr pela vila vizinhas e pela província.
Quando aconteceu o milagre da libertação de Zacarias, todos os escravos tinham a esperança de também serem libertos. Outro escravo conseguiu autorização do feitor para entrar na Capela. Rezou a fez o mesmo pedido, mas a correntes não se abriu. Ele rezou tristemente e ficou decepcionado por não ter alcançado o milagre. Levantou-se e descendo a antiga rua da calçada, hoje ladeira Monte Carmelo, no centro de Aparecida, viu a comitiva real. O escrevo ajoelhou-se e pediu a benção da princesa. Dona Isabel ordenou então que o escravo fosse posto em liberdade. As correntes não caíram no chão como o do escravo Zacarias , mas Nossa Senhora fez com que  a princesa fosse tocada pelo gesto do escravo e lhe concedesse a libertação dos escravos a princesa recebeu o titulo de Redentora. Após 32 anos de desterro, a princesa faleceu em Paris no dia 14 de outubro de 1921.
Texto retirado da Revista de Aparecida
do Santuário Nacional de Aparecida

Nossa Senhora Aparecida- Rogai por nós

A coroa ostentada pela imagem de Nossa Senhora Aparecida foi doada pela Princesa Isabel em 1884 como forma de agradecimento por uma graça alcançada. A peça possui 14 centímetros de altura e 11 de largura. Feita com 300 gramas de ouro 24 quilates, é cravejada com 40 diamantes. A santa a recebeu em uma cerimônia celebrada em 08 de agosto de 1904.
Apesar da estafante tarefa de governar, Isabel não media cuidados com seus 3 filhos : Luis, Pedro e Antonio

Uma defensora do voto feminino

No dia 13 de maio de 1888, colocou o trono na linha de tiro ao assinar a Lei Áurea, que aboliu a escravidão no país, mas tirou da monarquia seu último sustentáculo: a aristocracia cafeeira do Vale do Paraíba. Instada pelo marido a não assinar a lei aprovada pelo Parlamento, por seu potencial de perigo à Coroa, Isabel não titubeou:

“É agora ou nunca!”.

E ao barão de Cotegipe, que ao cumprimentá-la pelo ato, disse que a regente “libertou uma raça, mas perdeu o trono”, a princesa também foi categórica:

“Mil tronos tivesse, mil tronos daria para libertar os escravos do Brasil”.

— O movimento abolicionista despertou nela um gosto pelos assuntos públicos — ressalta Barman.

— A abolição teria acontecido mais dia menos dia, mas a ação da regente foi indispensável para o desfecho rápido e pacífico da crise.

A abolição renovou o prestígio da monarquia, e a nova Isabel, moldada na luta abolicionista, gostou do resultado que suas ações poderiam trazer ao país.

Numa carta ao visconde de Santa Victoria em agosto de 1889, três meses antes do golpe de Estado da Proclamação da República, deixou claras suas intenções para o momento — que nunca chegaria — em que se tornaria imperatriz.

Já removida da regência pelo retorno de D. Pedro II em agosto de 1888, a princesa deu seu apoio à indenização dos ex-escravos para que pudessem se estabelecer como agricultores, e também à revolucionária ideia do sufrágio feminino — que nenhum país da época instituíra.


“Quero agora dedicar-me a libertar as mulheres do cativeiro doméstico. Se a mulher pode reinar, também pode votar”.

— Ainda há um desconhecimento muito grande sobre quem foi a Princesa Isabel — aponta Bruno de Cerqueira, do Instituto D. Isabel I a Redentora.

— É um grande erro falar somente de sua atuação pela Lei Áurea, quando ela foi uma personagem muito mais rica.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

" Parabéns Pe. João pelo aniversário "

No entardecer de nossas vidas nos seremos julgados pelo amor ( São João da cruz)

Tinha a idéia de postar outra reflexão para homenagear
O Pe. João, mas o Evangelho do dia 06/5 , dia que comemoramos o
Aniversário do Pe. João veio ao encontro desta reflexão.

“ Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente... Jesus tomou os pães, deus graças e distribuiu-os, saciando a fome...”
( João 6,1-15)

igualmente como Deus chega nas nossas tardes,
como Jesus chegou, era tarde e o povo estava cansado e  tinha fome
Jesus Cristo quer chegar nas tardes de nossas vidas
nas tardes que achamos que tudo está perdido
nas tardes em que perdemos a razão
nas tardes em que dizemos desisto
nas tardes de dor
nas tardes no leito de um hospital
nas tardes que temos os olhos inchados de chorar
Nestas tardes Deus não nós dá as costas
Deus sabe de nossas necessidades
Deus é maior que tudo isso,
Deus tem um coração voltado para nossa situação
Mas! Temos de sempre nos lembrar de algumas verdades !
sempre haverá um momento em nossa vida que será tarde
temos falsas seguranças e nos achamos o máximo, ai
será tarde o pecado se manisfetará
Deus nesta hora não nós dá as costas
nestas tardes Deus alcança nosso sofrimento, nossa razão humana
e vai ao encontro dos seus
Temos de chegar nas tardes tristes de nossos irmãos
nestas tardes temos de ser sensíveis
Ai o Milagre acontece Deus multiplica como multiplicou os pães
Multiplica nossa fé


E a tarde passa e vem a noite estrelada
para descanso porque tudo o que é humano passa pela Graça de Deus

Você Pe. João você é mais do que do que nossos olhos podem ver
tenho a certeza Deus faz do seu pouco o suficiente
Deus toma o seu pouco e o milagre acontece
O Sr. Pe. acredita e nos passa esse acreditar
O Senhor Pe. é muito mais do que nossos olhos podem ver
Em muitas comunidades o Padre é médico, professor, amigo,um arquiteto de Deus
( olha vc ai )
ou só um ouvido, que nos ouça, porque temos muito problemas.



Parabéns pelo seu aniversário
Deus te abençoe muito e muito






São Peregrino

Façamos nossas orações a São Peregrino intercessor pela cura do Cancer e Ulcerações.

Novena à São Peregrino

Orações iniciais todos os dias

Invocação ao Espírito Santo.
Vem oh! Santo Espírito, enchei os corações de teus fiéis e acendei neles o fogo de seu Divino Amor.
Enviai vosso Espírito e serão criadas todas as coisas.
E se renovará a face da terra.
Oração:
Oh! Deus que vos haveis dignado instruir os corações de vossos fiéis com as luzes do Espírito Santo, vos pedimos que por este mesmo Espírito consigamos agir corretamente, e nos alegremos com seu celestial consolo, por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.
Oração Preparatória.

Senhor meu Jesus Cristo que desejas que São Peregrino seja invocado como Patrono daqueles que sofrem de câncer e úlceras e que prometes curar por sua intercessão.
Vos dou graças Senhor, por vossa compaixão para com a humanidade doente e por conceder-nos vossa misericórdia pela intercessão de vosso servo São Peregrino.
Concedei-nos que seus rogos ajudem a tantas almas que sofrem aflitas em seus corpos pelo terrível mal do câncer ou de úlceras e vos encomendo em especial (aqui se diz o nome por quem se reza em particular esta novena).
Benignamente dignai-Vos Senhor escutar as súplicas de São Peregrino, assim como as de vossa Santíssima Mãe, Saúde dos enfermos, em favor daqueles que encomendamos a compaixão e amor de vosso Sacratíssimo Coração.
Dai-lhes paciência para sofrer sua aflição e resignação a vossa divina vontade.
Dai-lhes o consolo que necessitam, especialmente a cura que tanto desejam, se é vossa santa vontade.
Concedei-nos que adoremos e imitemos vossas sagrados dores com verdadeiro amor para que possamos merecer um dia à recompensa eterna de estar Convosco na Glória que vives e reinas com o Pai em unidade do Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém.
Orações Finais todos os dias
Oração a Nossa Mãe Dolorosa.

Oh! minha muito amada Mãe Maria, Mãe das Dores, olhai-me, sou vosso filho, prostrado em oração a vossos pés.
Tenho vindo suplicar este favor especial por intercessão de vosso fiel servo São Peregrino.
( Se faz o pedido).
Oh! Mãe Dolorosa, vos rogo apresentes meu pedido a vosso Divino Filho.
Se vos intercedeis por mim não a afastará.
Eu sei, minha boa Mãe, que Vós desejais que eu aceite em tudo a vontade de Deus.
Por isto com confiança de filho me abandono à santa vontade de Deus.
Se o que peço não convém que me seja concedido, fazei-me digno de receber aquilo que seja de maior benefício à minha alma.
Doce Mãe Dolorosa, eu vos amo, eu ponho toda a minha confiança em Vós, pois vossos rogos ante Deus são muito poderosos.
Pela maior glória de Deus, em nome de Cristo e por intercessão de São Peregrino, a quem vós levastes à santidade, ouvi-me e concedei-me o que vos peço. Amém.
Oração a São Peregrino.

Oh! São Peregrino, a quem a Santa Mãe Igreja tem declarado Patrono daqueles que sofrem de câncer e úlceras, venho com grande confiança para que me ajudes na presente enfermidade (se diz a situação).
Olhai que aflito no corpo e na alma já meu valor começa a decair e a impaciência e a tristeza me oprimem, por isso vos rogo intercedais por mim Bom São Peregrino, peçais a Deus me alivie desta enfermidade se é sua Santa vontade.
Advoga ante a Santíssima Virgem das Dores, a quem vós amastes tão ternamente e em união de quem sofreu as dores do câncer, para que ela me ajude com sua poderosa súplica e doce consolo.
Mas, se é a vontade de Deus que eu sofra esta enfermidade, obtêm valor e fortaleza para aceitar com resignação e paciência todas estas provas da amorosa mão de Deus.
Possam estes sofrimentos levar-me a uma vida melhor e me permitam expiar meus pecados e os pecados do mundo.
São Peregrino, ajudai a imitar em seu sofrimento, a unir-me a Jesus Crucificado e a sua Mãe Dolorosa e a oferecer minhas penas e dores a Deus com todo o amor de meu coração para sua Glória e a salvação das almas, especialmente da minha. Amém.
Primeiro Dia

Oh! glorioso São Peregrino, perfeito modelo de virtude, vos que tão prontamente respondestes ao divino chamado deixando honras, comodidades e riquezas deste mundo, quando prostrado ante uma imagem de Maria Santíssima na Catedral de Forli imploravas sua poderosa intercessão e fostes chamado por Ela para que fosses seu servo, obtêm, vos suplico, que eu corresponda prontamente a todas as inspirações divinas, que desprendido de todos os bens e prazeres deste mundo, esteja sempre pronto a cumprir sua divina vontade. Amém.
Segundo Dia

Oh! venturoso São Peregrino que por vossa prontidão e fervor em responder ao divino chamado mereceste receber um anjo como guia em vosso caminho a Siena quando ias pedir para ser admitido entre os Servos de Maria; obtêm, vos suplico, que eu seja assistido por meu bom anjo em todos os meus trabalhos e seja iluminado, guiado e dirigido por ele em meu caminho a vida eterna. Amém.
Terceiro Dia

Aceito pelo céu, Oh! glorioso São Peregrino! foi o sacrifício que fizestes de vossa alma e corpo a Deus, abraçando a pobreza evangélica na vida religiosa, renunciando a vossa própria vontade e os prazeres do mundo.
Deus se dignou demostrar-vos o quão aceito havia sido este renunciamento vosso quando recebendo a sagrada insígnia de servo de Maria milagrosamente se viu sobre vossa cabeça uma bola de fogo, emblema de eminente santidade com que brilhais na Igreja de Jesus Cristo.
Obtêm, vos rogo, Oh! grande santo! participar deste santo fogo, que consuma em mim todo afeto terreno para que eu possa desejar e buscar só o amor de meu Deus. Amém.
Quarto Dia

Oh! São Peregrino! fiel servo de Maria, quão generosamente perseveraste no verdadeiro caminho da virtude e da santidade.
Constante na oração, rígido no jejum e abstinência, austero para dominar seu corpo, foste para vossos irmãos exemplo vivente de penitência.
Arrependido uma vez por todas dos pecados de sua juventude, odiastes o pecado merecendo viver sempre puro até o fim de vossos dias na terra.
Possa eu imitar-vos, Oh! glorioso santo! e sinceramente arrependido de meus graves pecados, obtêm por vossa intercessão, de meu Deus misericórdia e perdão e a graça de não perecer ao império de minhas baixas paixões; que, constante em minhas resoluções, sirva sempre ao meu Deus para continuar fiel até à morte e merecer a coroa da vida eterna. Amém.
Quinto Dia

Humilde São Peregrino, grande em verdade foram vossos méritos cumprindo rigorosamente os mais servis deveres para com vossos irmãos.
Não haveríeis chegado a dignidade sacerdotal se não houvesse tido que cumprir, pelos voto de obediência, a ordem de vossos superiores.
Obtêm, vos suplico, verdadeira humildade de coração para que livre das honras e prazeres do mundo, minha vida possa esconder-se com Cristo em Deus e seja assim digno de sua graça e glória no Céu. Amém.
Sexto Dia

Oh! São Peregrino! cuja paciência foi tão admirável que sofrestes, sem murmurar jamais, as contradições e insultos dos homens, e não contente com vossos rigorosas penitências, pedias ao Senhor maiores sofrimentos que suportavas em silêncio: a aguda dor de uma úlcera incurável dada por Deus como resposta a vossas muitas orações e pedidos por sofrimentos.
Quão amorosamente nosso Criador recompensou sua fé e largos sofrimentos, quanto em milagre, como jamais se havia ouvido, o curou dessa cruel úlcera tocando-a com sua divina mão!
Concedei-me vos suplico, que eu também pratique a paciência e mortifique meus sentidos como expiação por meus pecados e assim possa participar daqueles consolos que vos já gozais no paraíso eterno. Amém.
Sétimo Dia

Oh! bendito apóstolo São Peregrino, cheio de zelo pela conversão dos pecadores e incansável pregador da palavra divina, vos que levastes tantas almas ao caminho da penitência promovendo a glória e honra de Deus em todo o mundo e que o Senhor se dignou confirmar com estupendos milagres.
Obtêm, vos suplico, que não contente com trabalhar para minha própria salvação, possa também fazê-lo para a santificação de outras almas por meio do bom exemplo, constante oração, bons conselhos e apostolado incansável.
Que feliz seria se eu pudesse estender a glória de Deus na terra e assim ter minha parte convosco e todos os santos na eterna glória. Amém.
Oitavo Dia

Oh! Deus que destes a São Peregrino um anjo por companheiro, a Maria Santíssima por Mestra e a Jesus por médico de sua terrível enfermidade, concedei-nos, vos pedimos, pelos méritos de São Peregrino, que amemos ardentemente aqui na terra a nosso anjo custódio, a nossa Mãe Imaculada e a nosso Divino Salvador para no céu bendizer-vos por toda a eternidade.
Vos suplicamos pelos méritos de Jesus Cristo Senhor nosso. Amém.
Nono Dia

Oh! Deus Todo-poderoso, benigno escutai as preces que vos elevamos em honra de São Peregrino, vosso amante servo e patrono dos que padecem de câncer, para que nós, que não podemos confiar em nossos próprios méritos, possamos receber seu misericordioso auxílio em nossas necessidades pela intercessão de seu servo cuja vida foi tão entregue à Vós.
Vos pedimos esta graça por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Primeira Eucaristia

Neste Domingo da Misericordia, 4 jovens receberam as
primeira Eucaristia na nossa Paróquia.
Obrigada Eliane que gentilmente me mandou as fotos

confira as fotos tiradas pela Eliane

segunda-feira, 2 de maio de 2011

MAPA- MUNDI DIGITAL

O IBGE lançou um mapa-mundi digital, com síntese, histórico, indicadores sociais, economia, redes, meio ambiente, entre outras informações:

"O contrário de guerra não é paz: é criação."
                                                        Jonathan Larson
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domingo, 1 de maio de 2011

LEIA A HOMILIA DO PAPA BENTO NA BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

Publicação: 01/05/2011 09:09 Atualização:
Após proclamar João Paulo II beato diante de mais de um milhão de fiéis, na manhã deste domingo (1º/5) na Praça São Pedro, no Vaticano, o papa Bento VXI celebrou missa e, durante a homilia, afirmou que seu antecessor tinha a "força de um gigante", e que "Abriu a Cristo a sociedade, a cultura, os sistemas políticos e econômicos, invertendo com a força de um gigante, força que vinha de Deus, uma tendência que podia parecer irreversível". Confira a íntegra, divulgada pela sala de imprensa da Santa Fé:


Amados irmãos e irmãs,

Passaram já seis anos desde o dia em que nos encontrávamos nesta Praça para celebrar o funeral do Papa João Paulo II. Então, se a tristeza pela sua perda era profunda, maior ainda se revelava a sensação de que uma graça imensa envolvia Roma e o mundo inteiro: graça esta, que era como que o fruto da vida inteira do meu amado Predecessor, especialmente do seu testemunho no sofrimento. Já naquele dia sentíamos pairar o perfume da sua santidade, tendo o Povo de Deus manifestado de muitas maneiras a sua veneração por ele. Por isso, quis que a sua Causa de Beatificação pudesse, no devido respeito pelas normas da Igreja, prosseguir com discreta celeridade. E o dia esperado chegou! Chegou depressa, porque assim aprouve ao Senhor: João Paulo II é Beato!

Desejo dirigir a minha cordial saudação a todos vós que, nesta circunstância feliz, vos reunistes, tão numerosos, aqui em Roma vindos de todos os cantos do mundo: cardeais, patriarcas das Igrejas Católicas Orientais, irmãos no episcopado e no sacerdócio, delegações oficiais, embaixadores e autoridades, pessoas consagradas e fiéis leigos; esta minha saudação estende-se também a quantos estão unidos conosco através do rádio e da televisão.

Estamos no segundo domingo de Páscoa, que o Beato João Paulo II quis intitular Domingo da Divina Misericórdia. Por isso, se escolhi esta data para a presente celebração, foi porque o meu Predecessor, por um desígnio providencial, entregou o seu espírito a Deus justamente ao anoitecer da vigília de tal ocorrência. Além disso, hoje tem início o mês de Maio, o mês de Maria; e neste dia celebra-se também a memória de São José operário. Todos estes elementos concorrem para enriquecer a nossa oração; servem-nos de ajuda, a nós que ainda peregrinamos no tempo e no espaço; no Céu, a festa entre os Anjos e os Santos é muito diferente! E todavia Deus é um só, e um só é Cristo Senhor que, como uma ponte, une a terra e o Céu, e neste momento sentimo-lo muito perto, sentimo-nos quase participantes da liturgia celeste.

"Felizes os que acreditam sem terem visto" (Jo 20, 29). No Evangelho de hoje, Jesus pronuncia esta bem-aventurança: a bem-aventurança da fé. Ela chama de modo particular a nossa atenção, porque estamos reunidos justamente para celebrar uma Beatificação e, mais ainda, porque o Beato hoje proclamado é um Papa, um Sucessor de Pedro, chamado a confirmar os irmãos na fé. João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica. E isto traz imediatamente à memória outra bem-aventurança: "Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai que está nos Céus" (Mt 16, 17). O que é que o Pai celeste revelou a Simão? Que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus vivo. Por esta fé, Simão se torna "Pedro", rocha sobre a qual Jesus pode edificar a sua Igreja. A bem-aventurança eterna de João Paulo II, que a Igreja tem a alegria de proclamar hoje, está inteiramente contida nestas palavras de Cristo: "Feliz de ti, Simão" e "felizes os que acreditam sem terem visto". É a bem-aventurança da fé, cujo dom também João Paulo II recebeu de Deus Pai para a edificação da Igreja de Cristo.

Entretanto perpassa pelo nosso pensamento mais uma bem-aventurança que, no Evangelho, precede todas as outras. É a bem-aventurança da Virgem Maria, a Mãe do Redentor. A Ela, que acabava de conceber Jesus no seu ventre, diz Santa Isabel: "Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor" (Lc 1, 45). A bem-aventurança da fé tem o seu modelo em Maria, pelo que a todos nos enche de alegria o fato de a beatificação de João Paulo II ter lugar no primeiro dia deste mês mariano, sob o olhar materno d’Aquela que, com a sua fé, sustentou a fé dos Apóstolos e não cessa de sustentar a fé dos seus sucessores, especialmente de quantos são chamados a sentar-se na cátedra de Pedro. Nas narrações da ressurreição de Cristo, Maria não aparece, mas a sua presença pressente-se em toda a parte: é a Mãe, a quem Jesus confiou cada um dos discípulos e toda a comunidade. De forma particular, notamos que a presença real e materna de Maria aparece assinalada por São João e São Lucas nos contextos que precedem tanto o Evangelho como a primeira Leitura de hoje: na narração da morte de Jesus, onde Maria aparece aos pés da Cruz (Jo 19, 25); e, no começo dos Atos dos Apóstolos, que a apresentam no meio dos discípulos reunidos em oração no Cenáculo (Act 1, 14).

Também a segunda Leitura de hoje nos fala da fé, e é justamente São Pedro que escreve, cheio de entusiasmo espiritual, indicando aos recém-batizados as razões da sua esperança e da sua alegria. Apraz-me observar que nesta passagem, situada na parte inicial da sua Primeira Carta, Pedro exprime-se não no modo exortativo, mas indicativo. De fato, escreve: «Isto vos enche de alegria»; e acrescenta: «Vós amais Jesus Cristo sem O terdes conhecido, e, como n’Ele acreditais sem O verdes ainda, estais cheios de alegria indescritível e plena de glória, por irdes alcançar o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas» (1 Ped 1, 6.8-9). Está tudo no indicativo, porque existe uma nova realidade, gerada pela ressurreição de Cristo, uma realidade que nos é acessível pela fé. "Esta é uma obra admirável – diz o Salmo (118, 23) – que o Senhor realizou aos nossos olhos", os olhos da fé.

Queridos irmãos e irmãs, hoje diante dos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de João Paulo II. Hoje, o seu nome junta-se à série dos Santos e Beatos que ele mesmo proclamou durante os seus quase 27 anos de pontificado, lembrando com vigor a vocação universal à medida alta da vida cristã, à santidade, como afirma a Constituição conciliar Lumem gentium sobre a Igreja. Os membros do Povo de Deus – bispos, sacerdotes, diáconos, fiéis leigos, religiosos e religiosas – todos nós estamos a caminho da Pátria celeste, tendo-nos precedido a Virgem Maria, associada de modo singular e perfeito ao mistério de Cristo e da Igreja. Karol Wojty%u0142a, primeiro como Bispo Auxiliar e depois como Arcebispo de Cracóvia, participou no Concílio Vaticano II e bem sabia que dedicar a Maria o último capítulo da Constituição sobre a Igreja significava colocar a Mãe do Redentor como imagem e modelo de santidade para todo o cristão e para a Igreja inteira. Foi esta visão teológica que o Beato João Paulo II descobriu na sua juventude, tendo-a depois conservado e aprofundado durante toda a vida; uma visão, que se resume no ícone bíblico de Cristo crucificado com Maria ao pé da Cruz. Um ícone que se encontra no Evangelho de João (19, 25-27) e está sintetizado nas armas episcopais e, depois, papais de Karol Wojty%u0142a: uma cruz de ouro, um "M" na parte inferior direita e o lema "Totus tuus", que corresponde à conhecida frase de São Luís Maria Grignion de Monfort, na qual Karol Wojty%u0142a encontrou um princípio fundamental para a sua vida: "Totus tuus ego sum et omnia mea tua sunt. Accipio Te in mea omnia. Praebe mihi cor tuum, Maria – Sou todo vosso e tudo o que possuo é vosso. Tomo-vos como toda a minha riqueza. Dai-me o vosso coração, ó Maria" (Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, n. 266).

No seu Testamento, o novo Beato deixou escrito: "Quando, no dia 16 de Outubro de 1978, o conclave dos cardeais escolheu João Paulo II, o Card. Stefan Wyszy%u0144ski, Primaz da Polónia, disse-me: 'A missão do novo Papa será a de introduzir a Igreja no Terceiro Milênio'". E acrescenta: "Desejo mais uma vez agradecer ao Espírito Santo pelo grande dom do Concílio Vaticano II, do qual me sinto devedor, juntamente com toda a Igreja e sobretudo o episcopado. Estou convencido de que será concedido ainda por muito tempo, às sucessivas gerações, haurir das riquezas que este Concílio do século XX nos prodigalizou. Como Bispo que participou no evento conciliar, desde o primeiro ao último dia, desejo confiar este grande patrimônio a todos aqueles que são, e serão, chamados a realizá-lo. Pela minha parte, agradeço ao Pastor eterno que me permitiu servir esta grandíssima causa ao longo de todos os anos do meu pontificado". E qual é esta causa? É a mesma que João Paulo II enunciou na sua primeira Missa solene, na Praça de São Pedro, com estas palavras memoráveis: "Não tenhais medo! Abri, melhor, escancarai as portas a Cristo!". Aquilo que o Papa recém-eleito pedia a todos, começou, ele mesmo, a fazê-lo: abriu a Cristo a sociedade, a cultura, os sistemas políticos e econômicos, invertendo, com a força de um gigante – força que lhe vinha de Deus –, uma tendência que parecia irreversível. Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande sensibilidade humana, este filho exemplar da Nação Polaca ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de se dizerem cristãos, de pertencerem à Igreja, de falarem do Evangelho. Numa palavra, ajudou-nos a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade. Sintetizando ainda mais: deu-nos novamente a força de crer em Cristo, porque Cristo é o Redentor do homem – Redemptor hominis: foi este o tema da sua primeira Encíclica e o fio condutor de todas as outras.

Karol Wojty%u0142a subiu ao sólio de Pedro trazendo consigo a sua reflexão profunda sobre a confrontação entre o marxismo e o cristianismo, centrada no homem. A sua mensagem foi esta: o homem é o caminho da Igreja, e Cristo é o caminho do homem. Com esta mensagem, que é a grande herança do Concílio Vaticano II e do seu "timoneiro" – o Servo de Deus Papa Paulo VI –, João Paulo II foi o guia do Povo de Deus ao cruzar o limiar do Terceiro Milênio, que ele pôde, justamente graças a Cristo, chamar "limiar da esperança". Na verdade, através do longo caminho de preparação para o Grande Jubileu, ele conferiu ao cristianismo uma renovada orientação para o futuro, o futuro de Deus, que é transcendente relativamente à história, mas incide na história. Aquela carga de esperança que de certo modo fora cedida ao marxismo e à ideologia do progresso, João Paulo II legitimamente reivindicou-a para o cristianismo, restituindo-lhe a fisionomia autêntica da esperança, que se deve viver na história com um espírito de "advento", numa existência pessoal e comunitária orientada para Cristo, plenitude do homem e realização das suas expectativas de justiça e de paz.

Por fim, quero agradecer a Deus também a experiência de colaboração pessoal que me concedeu ter longamente com o Beato Papa João Paulo II. Se antes já tinha tido possibilidades de o conhecer e estimar, desde 1982, quando me chamou a Roma como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, pude durante 23 anos permanecer junto dele crescendo sempre mais a minha veneração pela sua pessoa. O meu serviço foi sustentado pela sua profundidade espiritual, pela riqueza das suas intuições. Sempre me impressionou e edificou o exemplo da sua oração: entranhava-se no encontro com Deus, inclusive no meio das mais variadas incumbências do seu ministério. E, depois, impressionou-me o seu testemunho no sofrimento: pouco a pouco o Senhor foi-o despojando de tudo, mas permaneceu sempre uma "rocha", como Cristo o quis. A sua humildade profunda, enraizada na união íntima com Cristo, permitiu-lhe continuar a guiar a Igreja e a dar ao mundo uma mensagem ainda mais eloquente, justamente no período em que as forças físicas definhavam. Assim, realizou de maneira extraordinária a vocação de todo o sacerdote e bispo: tornar-se um só com aquele Jesus que diariamente recebe e oferece na Eucaristia.

Feliz és tu, amado Papa João Paulo II, porque acreditaste! Continua do Céu – nós te pedimos – a sustentar a fé do Povo de Deus. Amém.